HORSEMANSHIP NATURAL E MONTARIA BITLESS

When Horses Choose Brasil

Lindo santuário de cavalos ferais

em São Paulo

Como costumo escrever sobre a preocupante situação dos Mustangs nos EUA, também quero compartilhar este exemplo inspirador de uma história muito mais esperançosa envolvendo cavalos ferais no Brasil.

Para mim, é importante não apenas destacar os desafios enfrentados pelos cavalos selvagens, mas também as soluções que mostram o que se torna possível quando as pessoas optam pela proteção em vez da exploração.

Aqui, cerca de 25 manadas selvagens vivem pacificamente em uma vasta área protegida. Entre elas, há cavalos árabes, quarto de milha, cavalos espanhóis e mangalargas. Observá-los prosperar juntos oferece uma esperança real de que os cavalos selvagens ainda possam ter um futuro de liberdade.

Este santuário no Brasil representa uma das abordagens mais bem-sucedidas para a proteção de manadas selvagens. Os cavalos vagam livremente dentro de uma enorme área cercada, sustentados apenas com sal, minerais e um grande abrigo sombreado.

Lagos naturais fornecem água fresca, e até mesmo espaço para nadar, brincar e expressar seus comportamentos naturais. Nada lhes é imposto. Suas vidas são o mais próximas possível da vida selvagem, com apenas cuidados mínimos para garantir seu bem-estar.

Todos os cavalos vivem juntos como uma grande comunidade, lado a lado, em liberdade. Sua presença é um poderoso lembrete da resiliência e da harmonia que surgem quando os animais têm espaço para simplesmente serem eles mesmos.

Espero voltar em janeiro de 2026 e compartilhar muito mais sobre este lugar extraordinário. Hoje, cerca de 500 cavalos selvagens vivem lá: uma visão de tirar o fôlego e uma fonte de inspiração para todos que acreditam que os cavalos merecem a liberdade de serem verdadeiramente cavalos.

HORSEMANSHIP NATURAL E MONTARIA BITLESS

When Horses Choose Brasil

Lindo santuário de cavalos ferais em São Paulo

Como costumo escrever sobre a preocupante situação dos Mustangs nos EUA, também quero compartilhar este exemplo inspirador de uma história muito mais esperançosa envolvendo cavalos ferais no Brasil.

Para mim, é importante não apenas destacar os desafios enfrentados pelos cavalos selvagens, mas também as soluções que mostram o que se torna possível quando as pessoas optam pela proteção em vez da exploração.

Aqui, cerca de 25 manadas selvagens vivem pacificamente em uma vasta área protegida. Entre elas, há cavalos árabes, quarto de milha, cavalos espanhóis e mangalargas. Observá-los prosperar juntos oferece uma esperança real de que os cavalos selvagens ainda possam ter um futuro de liberdade.

Este santuário no Brasil representa uma das abordagens mais bem-sucedidas para a proteção de manadas selvagens. Os cavalos vagam livremente dentro de uma enorme área cercada,

sustentados apenas com sal, minerais e um grande abrigo sombreado.

Lagos naturais fornecem água fresca, e até mesmo espaço para nadar, brincar e expressar seus comportamentos naturais. Nada lhes é imposto. Suas vidas são o mais próximas possível da vida selvagem, com apenas cuidados mínimos para garantir seu bem-estar.

Todos os cavalos vivem juntos como uma grande comunidade, lado a lado, em liberdade. Sua presença é um poderoso lembrete da resiliência e da harmonia que surgem quando os animais têm espaço para simplesmente serem eles mesmos.

Espero voltar em janeiro de 2026 e compartilhar muito mais sobre este lugar extraordinário. Hoje, cerca de 500 cavalos selvagens vivem lá: uma visão de tirar o fôlego e uma fonte de inspiração para todos que acreditam que os cavalos merecem a liberdade de serem verdadeiramente cavalos.

Conheça Mia Lykke Nielsen nos eventos de 2026:

'Uma Semana de Bem-Estar para Cavalos de Esporte' em São Paulo em 2024

Sempre amarei o Brasil! Cada vez que venho aqui, sou recebida com tanta hospitalidade — tantas pessoas maravilhosas e cavalos incríveis.

Como a proprietária Isabel neste vídeo com seu magnífico garanhão lusitano de 21 anos, Xamã.

Ele é realmente excepcional — veja-o no vídeo à esquerda enquanto aprende a sentar e deitar — e acho que você também se apaixonará.

Em janeiro e fevereiro de 2026, estaremos de volta com novas clínicas e acampamentos para jovens — desta vez em vários locais diferentes do Brasil, oferecendo uma variedade de programas.

Você pode encontrar a programação completa das clínicas e acampamentos mais abaixo nesta página — e convido você a se juntar a nós para alguns dias inesquecíveis juntos.

Fui convidada para ir ao Brasil pela primeira vez em 2023, após entrar em contato com uma universidade em São Paulo para discutir os efeitos nocivos das embocaduras e compartilhar minhas experiências montando Bitless. Por meio dessa colaboração, conheci pessoas apaixonadas por cavalos em todo o país e, juntos, trouxemos ao Brasil a primeira Clínica de Equitação Bitless.

Essa clínica foi uma experiência incrível. Ao longo de vários dias, cavaleiros e cavalos exploraram uma maneira mais gentil e responsiva de trabalhar juntos: desde o uso de cabeçadas sem embocadura até a comunicação totalmente livre. A atmosfera era eletrizante: curiosidade, descobertas e uma visão compartilhada para os cavalos no Brasil.

Hoje, nosso trabalho no Brasil se expandiu para uma ampla gama de atividades (clínicas, cursos de treinamento e acampamentos de equitação para crianças) todas com um objetivo: melhorar o bem-estar geral dos cavalos.

O Brasil abriga muitas pessoas apaixonadas por cavalos e instalações equestres extraordinárias. No entanto, em muitos lugares, os cavalos têm pouco ou nenhum acesso a pastagens e passam o dia todo confinados em baias: um estilo de vida incompatível com seu bem-estar ou com uma vida natural para os cavalos.

Sei que todo dono de cavalo no Brasil quer o melhor para seus animais. Simplesmente, é uma área que historicamente não recebeu muita atenção. É por isso que dedicamos um esforço significativo para conscientizar e promover mudanças que proporcionem aos cavalos mais liberdade de movimento e uma melhor qualidade de vida. É por isso que colocamos isso em primeiro plano em tudo o que fazemos aqui.

Ainda me lembro com carinho do adorável desenho de boas-vindas que fizeram na minha primeira clínica no Brasil, onde conheci a Marina Estrella. A Marina agora é minha sócia no Brasil e representa WHC no país durante todo o ano. Saiba mais sobre a Marina abaixo...


Fui convidada para ir ao Brasil pela primeira vez em 2023, após entrar em contato com uma universidade em São Paulo para discutir os efeitos nocivos das embocaduras e compartilhar minhas experiências montando Bitless. Por meio dessa colaboração, conheci pessoas apaixonadas por cavalos em todo o país e, juntos, trouxemos ao Brasil a primeira Clínica de Equitação Bitless.

Essa clínica foi uma experiência incrível. Ao longo de vários dias, cavaleiros e cavalos exploraram uma maneira mais gentil e responsiva de trabalhar juntos: desde o uso de cabeçadas sem embocadura até a comunicação totalmente livre. A atmosfera era eletrizante: curiosidade, descobertas e uma visão compartilhada para os cavalos no Brasil.

Hoje, nosso trabalho no Brasil se expandiu para uma ampla gama de atividades (clínicas, cursos de treinamento e acampamentos de equitação para crianças) todas com um objetivo: melhorar o bem-estar geral dos cavalos.

O Brasil abriga muitas pessoas apaixonadas por cavalos e instalações equestres extraordinárias. No entanto, em muitos lugares, os cavalos têm pouco ou nenhum acesso a pastagens e passam o dia todo confinados em baias: um estilo de vida incompatível com seu bem-estar ou com uma vida natural para os cavalos.

Sei que todo dono de cavalo no Brasil quer o melhor para seus animais. Simplesmente, é uma área que historicamente não recebeu muita atenção. É por isso que dedicamos um esforço significativo para conscientizar e promover mudanças que proporcionem aos cavalos mais liberdade de movimento e uma melhor qualidade de vida. É por isso que colocamos isso em primeiro plano em tudo o que fazemos aqui.

Ainda me lembro com carinho do adorável desenho de boas-vindas que fizeram na minha primeira clínica no Brasil, onde conheci a Marina Estrella. A Marina agora é minha sócia no Brasil e representa WHC no país durante todo o ano. Saiba mais sobre a Marina abaixo...

Marina Estrella

Instrutora e representante WHC no Brasil

Com sua paixão e dedicação, Marina é a embaixadora perfeita para o When Horses Choose no Brasil.

Trabalho com Marina há três anos e, todos os dias, ela se dedica a melhorar o bem-estar dos cavalos no Brasil, promovendo a equitação sem embocadura e organizando clínicas por todo o país. Ela está fazendo um trabalho incrível.

Encontro-me com Marina várias vezes ao ano, tanto quando viajo ao Brasil para ministrar clínicas e acampadentros, quanto quando ela vem à Dinamarca para me ajudar a ministrar cursos e acampamentos de equitação para crianças aqui.

É evidente que a Marina é uma verdadeira defensora do bem-estar dos cavalos, pois ela também acolhe outros animais além de cavalos em seus treinamentos. Na foto abaixo, ela está trabalhando com uma mula. O método WHC tem se mostrado eficaz também com outras espécies.

Marina Estrella

Instrutora e representante WHC no Brasil

Conheci Marina Estrella em minha primeira ida ao Brasil em 2023. Ela havia sido contratada para ser minha tradutora nas clínicas que eu ministrei na região, e foi Marina quem me buscou no aeroporto.

Em poucos dias, ficou claro que Marina e eu tínhamos sido unidas por algo mais do que mera coincidência. O que começou como uma simples relação de intérprete logo se transformou em uma amizade e uma parceria que pareceu um passo natural para nós duas.

Hoje, Marina é o coração e a gestora diária do WHC no Brasil durante todo o ano, enquanto eu viajo para lá uma ou duas vezes por ano para ministrar clínicas e acampadentros.

Além disso, todo verão Marina vem à Dinamarca para se juntar a mim nos acampamentos de equitação para crianças, tornando nossa colaboração um verdadeiro intercâmbio entre continentes.

Pouco antes de nos conhecermos, Marina havia decidido que queria dedicar sua vida a trabalhar com cavalos, mas ainda não tinha definido exatamente como. Depois de participar da minha clínica como tradutora, ela soube exatamente como queria trabalhar com eles, e concordamos que Marina assumiria a gestão diária do WHC Brasil.

Ela me ouviu repetir diversas vezes durante as clínicas sobre a importância do pasto e da vida em manada para os cavalos (ou, pelo menos, de ter um companheiro para compartilhar o piquete). Isso faz uma enorme diferença não só para o bem-estar mental do cavalo, mas também para sua saúde física e equilíbrio emocional.

Nas hípicas brasileiras (que muitas vezes nem sequer possuem piquetes em suas instalações), é prática comum os tratadores entrarem na baia todos os dias para limpar, alimentar e até mesmo escovar o cavalo. Em muitos casos, é também o tratador quem sela o cavalo dentro da baia, o conduz até a pista para o cavaleiro e, posteriormente, o devolve à baia após a montaria. Foi muito difícil para mim ver tantos cavalos confinados em pavilhões de baias dia após dia, muitas vezes com nada mais do que (se tivessem sorte!) a chance de colocar a cabeça para fora da baia.

Marina e eu também ministramos um curso interno para muitos dos tratadores de lá, com foco na importância do tempo de soltura no pasto.

Era um tema tão importante que também me permitiram dar uma palestra para proprietários de cavalos e de hípicas. Achei extraordinário que os donos das hípicas me permitiram fazer isso, porque, afinal, é o negócio deles que está em jogo (e muitos deles simplesmente não têm nem espaço para dedicar à soltura no pasto).

Mas acredito que a mensagem ainda ressoou com muitos proprietários de cavalos e de hípicas no Brasil. Creio que todos perceberam que este é um problema para o qual devemos encontrar soluções melhores juntos. Muitas pessoas entenderam que não era possível ignorar esses fatos e que agora era a hora de dar atenção a essa questão.

Marina entendeu isso e agiu imediatamente. No dia seguinte ao dia em que me despedi do Brasil pela primeira vez, ela chamou o caminhão para tirar seus cavalos da hípica para adaptá-los a viver soltos e juntos em um haras de reabilitação, aposentadoria e férias. Veja o vídeo e sinta a liberdade de seus cavalos soltos pela primeira vez.

É evidente que Marina é uma verdadeira defensora do bem-estar dos cavalos (WHC, na sigla em inglês), pois ela também acolhe outros animais além de cavalos em seus treinamentos — aqui ela está trabalhando com uma mula. O método WHC tem se mostrado eficaz também com outras espécies.

Com sua paixão e dedicação, Marina é a embaixadora perfeita para o When Horses Choose no Brasil.

Trabalho com Marina há três anos e, diariamente, ela se dedica a aprimorar o bem-estar dos cavalos no Brasil, promovendo a equitação sem embocadura e organizando clínicas e acampamentos por todo o país. Este ano, ela inclusive organizou a primeira competição de equitação sem embocadura do Brasil. Ela está fazendo um trabalho incrível.

Encontro-me com Marina diversas vezes ao ano — tanto quando viajo ao Brasil para ministrar clínicas e acampamentos, quanto quando ela vem à Dinamarca para me ajudar a coordenar cursos e acampamentos de equitação para crianças.

Conheci Marina Estrella quando cheguei ao aeroporto de São Paulo. Ela havia sido contratada como minha intérprete para a clínica que eu ministraria na região, e foi Marina quem me buscou no aeroporto.

Em poucos dias, ficou claro que Marina e eu tínhamos sido unidas por algo mais do que mera coincidência. O que começou como uma simples relação de intérprete logo se transformou em uma amizade e uma parceria que pareceu um passo natural para nós duas.

Hoje, Marina é o coração e a gestora diária da WHC no Brasil durante todo o ano, enquanto eu viajo para lá uma ou duas vezes por ano para ministrar clínicas e acampamentos.

E todo verão, Marina vem à Dinamarca para se juntar a mim nos acampamentos de equitação para crianças — tornando nossa colaboração um verdadeiro intercâmbio entre continentes.

Pouco antes de nos conhecermos, Marina havia decidido que queria dedicar sua vida a trabalhar com cavalos — mas ainda não tinha definido exatamente como. Depois de participar da minha clínica de interpretação, ela soube exatamente como queria trabalhar com eles, e concordamos que Marina assumiria a gestão diária do WHC Brasil.

Ela me ouviu repetir diversas vezes durante a clínica a importância do pasto e da vida em grupo para os cavalos — ou, pelo menos, ter um companheiro para compartilhar o piquete. Isso faz uma enorme diferença não só para o bem-estar mental do cavalo, mas também para sua saúde física e bem-estar geral.

Nos hipódromos brasileiros (que muitas vezes nem sequer possuem piquetes em suas instalações), é prática comum os tratadores entrarem na baia todos os dias para limpar, alimentar e até mesmo escovar o cavalo. Em muitos casos, é também o tratador quem sela o cavalo dentro da baia, o conduz até a pista para o cavaleiro e, posteriormente, o devolve à baia após a montaria.

Foi muito difícil para mim ver tantos cavalos parados em fileiras de baias dia após dia, muitas vezes com nada mais do que — se tivessem sorte — a chance de colocar a cabeça para fora da porta da baia. Marina e eu também ministramos um curso interno para muitos dos tratadores de lá, com foco na importância do tempo de soltura no pasto.

Era um tema tão importante que também me permitiram dar uma palestra para proprietários de cavalos e de hipódromos. Achei extraordinário que os proprietários de hipódromos me permitissem fazer isso, porque, afinal, é negócio deles criar cavalos — e muitos deles simplesmente não têm mais terras para dedicar à soltura no pasto.

Mas acredito que a mensagem ainda ressoou com muitos proprietários de cavalos e praticantes de atividades equestres no Brasil. Acho que todos percebem que este é um problema para o qual devemos encontrar soluções melhores — juntos. Acho que todos entenderam imediatamente que não era possível ignorar esses fatos e que agora era a hora de dar atenção a essa questão.

Marina entendeu isso e agiu imediatamente. Mesmo antes de eu sair do Brasil pela primeira vez, ela já havia transferido seus cavalos para instalações com pastagens adequadas e os soltou — juntos — em um grande campo pela primeira vez. Veja o vídeo e sinta a liberdade você mesmo.

Novos eventos no Brasil em Janeiro e Fevereiro de 2026!

Em janeiro de 2026 viajarei novamente ao Brasil.

Veja abaixo a programação:

17 de janeiro:
Clínica BITLESS e BEM-ESTAR EQUINO
Clube de Campo de SP (São Paulo, SP)

De 20 a 24 de janeiro:
Acampadentro para crianças e jovens
Instituto Passo a Passo (Itatiba, SP) Turma 1

De 25 a 29 de janeiro:
Acampadentro para crianças e jovens
Instituto Passo a Passo (Itatiba, SP) Turma 2

De 29 de janeiro a 01 de fevereiro:
NOVIDADE MUNDIAL: Acampadentro para ADULTOS

Instituto Passo a Passo (Itatiba, SP)

De 05 a 08 de fevereiro:
3a Semana pelo Bem-estar do Cavalo

e Inauguração da sede WHCBR

DUSLUCK (Itu, SP)

14 e 15 de fevereiro:
Clínica BITLESS, REABILITAÇÃO COMPORTAMENTAL
Centro Equestre Sirius (Limeira, SP)

O programa deste ano inclui novas edições dos eventos anuais WHCBR (a Semana pelo Bem-estar do Cavalo, com a participação de treinadores e veterinários convidados do Brasil) e os Acampadentros para crianças e jovens.

Dessa vez com a NOVIDADE MUNDIAL ATENDENDO A PEDIDOS: a edição para o público adulto, garantindo perspectivas diversas e estimulantes)

Também ofereceremos clínicas sobre o uso de cabeçadas Bitless para hípicas e outra com foco no cavalo de Equoterapia.

Serão dias repletos de inspiração, troca de conhecimento e uma paixão compartilhada pelo trabalho com cavalos.

Durante a primeira Semana de Bem-Estar Equino em 2024, tive a oportunidade de praticar volteio pela primeira vez! Graças a essa clínica, muitos cavalos de volteio prosperam nessa disciplina com o freio sem embocadura WHC, que lhes proporciona mais conforto na execução de suas atividades.

4o dia da nossa primeira clínica e as participantes já se sentiram à vontade montando seus cavalos usando apenas um cordel. Este é o primeiro passo. A partir daqui, podemos começar a trabalhar com adestramento, salto e outras modalidades de hipismo. Estou ansiosa para voltar e trabalhar mais com esses cavalos.

Novos Acampadentros para crianças, jovens e ADULTOS

(novidade mundial) em Jan/2026

Em janeiro de 2026 viajarei novamente ao Brasil. Veja abaixo a programação:

17 de janeiro:
Clínica BITLESS e BEM-ESTAR EQUINO
Clube de Campo de SP (São Paulo, SP)

De 20 a 24 de janeiro:
Acampadentro para crianças e jovens
Instituto Passo a Passo (Itatiba, SP) Turma 1

De 25 a 29 de janeiro:
Acampadentro para crianças e jovens
Instituto Passo a Passo (Itatiba, SP) Turma 2

De 29 de janeiro a 01 de fevereiro:
NOVIDADE MUNDIAL: Acampadentro para ADULTOS

Instituto Passo a Passo (Itatiba, SP)

De 05 a 08 de fevereiro:
3a Semana pelo Bem-estar do Cavalo

e Inauguração da sede WHCBR

DUSLUCK (Itu, SP)

14 e 15 de fevereiro:
Clínica BITLESS, REABILITAÇÃO COMPORTAMENTAL
Centro Equestre Sirius (Limeira, SP)

Além das clínicas, também realizaremos três turmas de acampadentros para crianças e jovens (de 8 a 17 anos), e, dessa vez, uma turma para adultos! Esses acampadentros são projetados para serem divertidos e educativos, combinando bem-estar animal, horsemanship natural e equitação com foco em respeito e conexão.

Um dos destaques, como sempre, será a caça ao tesouro sem embocadura, que as crianças adoram, tornando os acampamentos uma mistura perfeita de alegria, aprendizado e aventura.

A energia e a curiosidade que as crianças trazem a cada ano são realmente inspiradoras, e mal podemos esperar para vê-las explorar, crescer e se divertir conosco novamente! Veja vídeos das edições anteriores dos acampadentros no Brasil abaixo:

Durante a primeira Semana de Bem-Estar Equino em 2024, tive a oportunidade de praticar volteio pela primeira vez! Graças a essa clínica, muitos cavalos de volteio prosperam nessa disciplina com o freio sem embocadura WHC, que lhes proporciona mais conforto na execução de suas atividades.

4o dia da nossa primeira clínica e as participantes já se sentiram à vontade montando seus cavalos usando apenas um cordel. Este é o primeiro passo. A partir daqui, podemos começar a trabalhar com adestramento, salto e outras modalidades de hipismo. Estou ansiosa para voltar e trabalhar mais com esses cavalos.

Além das clínicas, também realizaremos três turmas de acampadentros para crianças e jovens (de 8 a 17 anos), e, dessa vez, uma turma para adultos! Esses acampadentros são projetados para serem divertidos e educativos, combinando bem-estar animal, horsemanship natural e equitação com foco em respeito e conexão.

Um dos destaques, como sempre, será a caça ao tesouro sem embocadura, que as crianças adoram, tornando os acampamentos uma mistura perfeita de alegria, aprendizado e aventura.

A energia e a curiosidade que as crianças trazem a cada ano são realmente inspiradoras, e mal podemos esperar para vê-las explorar, crescer e se divertir conosco novamente! Veja vídeos das edições anteriores dos acampadentros no Brasil abaixo:

20 a 24 de Janeiro:

Acampadentro Infantojuvenil Turma 1

25 a 29 de Janeiro:

Acampadentro Infantojuvenil Turma 2

29 de Janeiro a 01 de Fevereiro:

Acampadentro: Turma dos Adultos

NOVIDADE MUNDIAL: Turma dos Adultos no Acampadentro 2026!

Devido ao crescente interesse e aos pedidos do público, WHC oferecerá o primeiro Acampadentro de Equitação para Adultos no Brasil em janeiro de 2026

Muitos adultos do mundo todo nos pediram para criar acampamentos específicos para cavaleiros e amazonas com 18 anos ou mais. Após a conclusão de um curso ou de um workshop de fim de semana, o desejo de continuar aprendendo e aprofundar o treinamento costuma ser muito forte.

No Instituto Passo a Passo, no Brasil, agora temos o local perfeito para lançar esse conceito: quatro dias consecutivos com acomodação completa, treinamento prático e imersão total do amanhecer ao anoitecer!

Os workshops já proporcionam resultados valiosos, insights e uma compreensão do método. Mas 4 dias inteiros juntos permite que os participantes integrem esses aprendizados ainda mais, tornando a experiência mais profunda e duradoura.

Novos Acampadentros para crianças, jovens e ADULTOS

(novidade mundial) em Jan/2026

Além das clínicas, também realizaremos três turmas de acampadentros para crianças e jovens (de 8 a 17 anos), e, dessa vez, uma turma para adultos! Esses acampadentros são projetados para serem divertidos e educativos, combinando bem-estar animal, horsemanship natural e equitação com foco em respeito e conexão.

Um dos destaques, como sempre, será a caça ao tesouro sem embocadura, que as crianças adoram, tornando os acampamentos uma mistura perfeita de alegria, aprendizado e aventura.

A energia e a curiosidade que as crianças trazem a cada ano são realmente inspiradoras, e mal podemos esperar para vê-las explorar, crescer e se divertir conosco novamente! Veja vídeos das edições anteriores dos acampadentros no Brasil abaixo:

20 a 24 de Janeiro:

Acampadentro Infantojuvenil Turma 1

25 a 29 de Janeiro:

Acampadentro Infantojuvenil Turma 2

29 de Janeiro a 01 de Fevereiro:

Acampadentro: Turma dos Adultos

NOVIDADE MUNDIAL: Turma dos Adultos no Acampadentro 2026!

Devido ao crescente interesse e aos pedidos do público, WHC oferecerá o primeiro Acampadentro de Equitação para Adultos no Brasil em janeiro de 2026

Muitos adultos do mundo todo nos pediram para criar acampamentos específicos para cavaleiros e amazonas com 18 anos ou mais. Após a conclusão de um curso ou de um workshop de fim de semana, o desejo de continuar aprendendo e aprofundar o treinamento costuma ser muito forte.

No Instituto Passo a Passo, no Brasil, agora temos o local perfeito para lançar esse conceito: quatro dias consecutivos com acomodação completa, treinamento prático e imersão total do amanhecer ao anoitecer!

Os workshops já proporcionam resultados valiosos, insights e uma compreensão do método. Mas 4 dias inteiros juntos permite que os participantes integrem esses aprendizados ainda mais, tornando a experiência mais profunda e duradoura.

Cavalos precisam de tempo soltos em pastos...

e precisam socializar com outros cavalos!

Cavalos precisam de tempo soltos em pastos...

e precisam socializar com outros cavalos!

Na primavera de 2023, WHC visitou o Brasil e realizou clínicas na região metropolitana de São Paulo pela primeira vez.

O Brasil é um país belíssimo e tivemos a oportunidade de conhecer muitas pessoas incríveis. Algumas delas serão amigas para a vida toda!

Logo nos primeiros dias em São Paulo, percebemos que muitos cavalos no Brasil não têm acesso a pastagens. Na maioria das chamadas "hípicas" (grandes instalações com tratadores para cada cavalo e veterinários contratados, etc), não há pastagens disponíveis.

Os cavalos ficam confinados em suas baias 24 horas por dia, 7 dias por semana, e só saem quando o dono vem montá-los (talvez por 2 a 3 horas por semana). Esperamos que, ao falar sobre essa situação, possamos contribuir para mudanças futuras para os cavalos no Brasil.

Foi de partir o coração ver os cavalos sozinhos em suas baias, dia após dia, por anos a fio. Mesmo estando lá para ensinar sobre montar sem embocadura, essa situação das hípicas brasileiras é um problema muito maior do que o uso de embocadura.

Em um dos dias, pedimos aos participantes das clínicas que ficassem mais tempo e conversamos sobre a importância do pasto. Era impossível ignorar a situação.

É muito comum no Brasil manter cavalos em baias o tempo todo, e os donos das hípicas nem sequer têm mais terras livres para criar pastos para os animais, mesmo que quisessem.

Portanto, não é fácil mudar essa situação para os cavalos, mas as coisas precisam mudar. É preciso encontrar outras soluções.

In spring 2023 WHC was visiting Brazil and doing clinics in the larger Sao Paolo area for the first time. Brazil is a very beautiful country and we got to meet so many nice people there - some will be friends for life!

Already in our first days in Sao Paolo we became aware that in Brazil many horses never have access to pastures. In most of the so-called 'hipicas' (large facilities with groomers for each horse and vets living on the places etc.) no pastures are available at all on the area.

The horses are confined in their stalls 24/7 and only gets out when the owner comes to ride the horse - maybe 2-3 hours per week. We hope that speaking up about it will somehow help make some changes in the future for horses I Brazil.

It was heart braking to see the horses standing alone in their stalls day in and day out - for years and years. Even though we were there to teach bitless training, this fact about Brazilian 'hipicas' is a much bigger problem than riding with a bit.

We chose to ask participants in clinics to stay longer on one clinic day and we talked about the importance pasture time. It was impossible to ignore the situation.

It is so common in Brazil to have horses in stalls all the time and also the owners of the 'hipicas' doesn't even have/own anymore free land to make pastures for the horses, even if they decided to. So not really very easy to change this situation for the horses, but things really must change, they must find other solutions.

Por inúmeras razões, é absolutamente essencial que os cavalos tenham acesso a pastagens. Em seu estado natural, os cavalos caminham pelo menos 20 quilômetros todos os dias.

Esse movimento constante estimula a circulação sanguínea, fortalece ossos, músculos, tendões e articulações, além de contribuir para o equilíbrio, a flexibilidade e a saúde dos tecidos.

Igualmente importante, os cavalos são animais de manada: eles precisam de interação social com outros cavalos para se sentir seguros. Isso não é opcional, mas fundamental para o seu bem-estar.

Na minha próxima viagem ao Brasil, a magia aconteceu novamente. Uma participante com dois cavalos compreendeu a importância do tempo no pasto e do comportamento social e decidiu transferir seus dois cavalos, que viviam em baias confinadas, para outra instalação com pastagens amplas – esses cavalos serão muito mais felizes e saudáveis.

Felizmente, também realizamos clínicas em locais diferentes dos "hipopótamos" perto da cidade. Visitamos um rancho particular nas montanhas por quase uma semana e tivemos uma clínica fantástica lá. Aqueles cavalos viviam melhor do que o típico cavalo Dinamarquês.

A família possuía muitas terras, e todos os seus cavalos (muitos!) podiam pastar livremente nas montanhas e desfrutar da grama verde. Era uma bela visão – um contraste gritante com os estábulos confinados. Continuarei a relatar as condições de vida dos cavalos em estábulos de confinamento e a falar sobre o que isso significa para a saúde dos animais. Assista ao vídeo da clínica na montanha abaixo – e ative o som.

In spring 2023 WHC was visiting Brazil and doing clinics in the larger Sao Paolo area for the first time. Brazil is a very beautiful country and we got to meet so many nice people there - some will be friends for life!

Already in our first days in Sao Paolo we became aware that in Brazil many horses never have access to pastures. In most of the so-called 'hipicas' (large facilities with groomers for each horse and vets living on the places etc.) no pastures are available at all on the area.

The horses are confined in their stalls 24/7 and only gets out when the owner comes to ride the horse - maybe 2-3 hours per week. We hope that speaking up about it will somehow help make some changes in the future for horses I Brazil.

It was heart braking to see the horses standing alone in their stalls day in and day out - for years and years. Even though we were there to teach bitless training, this fact about Brazilian 'hipicas' is a much bigger problem than riding with a bit.

We chose to ask participants in clinics to stay longer on one clinic day and we talked about the importance pasture time. It was impossible to ignore the situation.

It is so common in Brazil to have horses in stalls all the time and also the owners of the 'hipicas' doesn't even have/own anymore free land to make pastures for the horses, even if they decided to. So not really very easy to change this situation for the horses, but things really must change, they must find other solutions.

Na primavera de 2023, WHC visitou o Brasil e realizou clínicas na região metropolitana de São Paulo pela primeira vez.

O Brasil é um país belíssimo e tivemos a oportunidade de conhecer muitas pessoas incríveis. Algumas delas serão amigas para a vida toda!

Logo nos primeiros dias em São Paulo, percebemos que muitos cavalos no Brasil não têm acesso a pastagens. Na maioria das chamadas "hípicas" (grandes instalações com tratadores para cada cavalo e veterinários contratados, etc), não há pastagens disponíveis.

Os cavalos ficam confinados em suas baias 24 horas por dia, 7 dias por semana, e só saem quando o dono vem montá-los (talvez por 2 a 3 horas por semana). Esperamos que, ao falar sobre essa situação, possamos contribuir para mudanças futuras para os cavalos no Brasil.

Foi de partir o coração ver os cavalos sozinhos em suas baias, dia após dia, por anos a fio. Mesmo estando lá para ensinar sobre montar sem embocadura, essa situação das hípicas brasileiras é um problema muito maior do que o uso de embocadura.

Em um dos dias, pedimos aos participantes das clínicas que ficassem mais tempo e conversamos sobre a importância do pasto. Era impossível ignorar a situação.

É muito comum no Brasil manter cavalos em baias o tempo todo, e os donos das hípicas nem sequer têm mais terras livres para criar pastos para os animais, mesmo que quisessem.

Portanto, não é fácil mudar essa situação para os cavalos, mas as coisas precisam mudar. É preciso encontrar outras soluções.

Por inúmeras razões, é absolutamente essencial que os cavalos tenham acesso a pastagens. Em seu estado natural, os cavalos caminham pelo menos 20 quilômetros todos os dias.

Esse movimento constante estimula a circulação sanguínea, fortalece ossos, músculos, tendões e articulações, além de contribuir para o equilíbrio, a flexibilidade e a saúde dos tecidos.

Igualmente importante, os cavalos são animais de manada: eles precisam de interação social com outros cavalos para se sentir seguros. Isso não é opcional, mas fundamental para o seu bem-estar.

Na minha próxima viagem ao Brasil, a magia aconteceu novamente. Uma participante com dois cavalos compreendeu a importância do tempo no pasto e do comportamento social e decidiu transferir seus dois cavalos, que viviam em baias confinadas, para outra instalação com pastagens amplas – esses cavalos serão muito mais felizes e saudáveis.

Felizmente, também realizamos clínicas em locais diferentes dos "hipopótamos" perto da cidade. Visitamos um rancho particular nas montanhas por quase uma semana e tivemos uma clínica fantástica lá. Aqueles cavalos viviam melhor do que o típico cavalo Dinamarquês.

A família possuía muitas terras, e todos os seus cavalos (muitos!) podiam pastar livremente nas montanhas e desfrutar da grama verde. Era uma bela visão – um contraste gritante com os estábulos confinados. Continuarei a relatar as condições de vida dos cavalos em estábulos de confinamento e a falar sobre o que isso significa para a saúde dos animais. Assista ao vídeo da clínica na montanha abaixo – e ative o som.

Beautiful Wild Horse Sanctuary in Brazil

Because I often write about the troubling Mustang situation in the U.S., I also want to share this inspiring example of a far more hopeful wild horse story from Brazil.

It matters to me not only to highlight the challenges wild horses face, but also the solutions that show what becomes possible when people choose protection over exploitation.

Here, about 25 wild herds live peacefully in a vast, protected landscape. Among them are Arabians, Quarter Horses, Spanish Horses, and Brazilian Mangalargas. Watching them thrive together offers real hope that wild horses can still have a future of freedom.

This sanctuary in Brazil represents one of the most successful approaches for safeguarding wild herds. The horses roam freely within a huge, fenced area, supported only with salt, minerals, and a large shaded shelter. Natural lakes provide fresh water — and even space to swim, play, and express their natural behaviors. Nothing is imposed on them; their lives are as close to wild as possible, with only minimal care to ensure well-being.

All of the horses here live together as one large community, side by side, in freedom. Their presence is a powerful reminder of the resilience and harmony that emerge when animals are given the space to simply be themselves.

I look forward to visiting again in January 2026 and sharing much more about this extraordinary place. Today, around 500 wild horses live here — a breathtaking sight and a source of inspiration for anyone who believes horses deserve the freedom to truly be horses.

Mais sobre o trabalho de When Horses Choose no Brasil...

Precisando de contato social

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Compartilhando bananas

1a vez sem embocadura

Volteio Bitless

Galopando em liberdade

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Adestramento Bitless CHSA

Momentos maravilhosos

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Needing social contact!

Instituto Passo a Passo

Before and after bit

Sharing my banana

First time bitless

Balance training

Riding completely free

Safety is not from equipment

The decision is real.

Bitless Competition Brazil

Amazing ride...

Pampito had a hard past

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